TRIBUNAL ORDENA SOLTURA DE UM INDIVÍDUO CONDENAD0 POR BURLA E ASSOCIAÇÃO CRIMIN0SA MEDIANTE PAGAMENTO DE CAUÇÃO DE MAIS DE TRÊS MILHÕES DE METICAIS DEPOIS DESCOBRIU QUE OS CHEQUES NÃO TINHAM FUNDOS


 TRIBUNAL ORDENA SOLTURA DE UM INDIVÍDUO CONDENAD0 POR BURL4 E ASSOCIAÇÃO CRIMIN0SA MEDIANTE PAGAMENTO DE CAUÇÃO DE MAIS DE TRÊS MILHÕES DE METICAIS DEPOIS DESCOBRIU QUE OS CHEQUES NÃO TINHAM FUNDOS 

O Tribunal Judicial do Distrito Municipal Kampfumu, na cidade de Maputo ordenou, no final de março, a soltura de Mário Sérgio António Maluvele, de 53 anos, inicialmente det!do sob acusação de burl4 e associação crim!nosa.

O arguido encontrava-se pres0 no Estabelecimento Penitenciário da Província de Maputo e beneficiou da medida no âmbito do processo. A decisão foi assinada pela juíza de Direito substituta da 3ª Secção Criminal, Chaurina Sónia Gaspar José, após o cumprimento das formalidades legais.

De acordo com o mandado datado de 27 de março de 2026, a libertação de Maluvele estava condicionada ao pagamento de uma caução fixada em 3.000.000,00 meticais. A ordem determinava a soltura imediata após a confirmação do depósito do valor.

Entretanto, surgiram informações de que o arguido terá utilizado cheques sem fundos para simular o pagamento da caução, levando à sua libertação indevida.

Segundo dados disponíveis, o esquema terá sido executado com o envolvimento do seu advogado, identificado como Espirito Santo Monjane, tendo o problema sido detectado apenas após a soltura do arguido. O valor total associado à alegada burl4 ao tribunal é estimado em 3.060.100,00 meticais. 

Na sequência do caso, Mário Sérgio António Maluvele encontra-se em parte incerta, sendo actualmente procurado pelas autoridades.

As entidades judiciais apelam à colaboração da população para a sua localização, devendo qualquer informação ser comunicada à esquadra mais próxima ou ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo

Natural de Maputo e residente no bairro Singathela-Ferreira Loja, no município da Matola, o arguido exercia a profissão de mecânico. O processo segue seus trâmites legais, podendo vir a incluir novas imputações relacionadas à alegada burl4 ao sistema judicial.





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